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BRASIL, Sudeste, Mulher, de 15 a 19 anos, Cinema e vídeo, Música, Estudos, viagens, baboseiras em geral
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Remissão pontual.
Em uma entrevista ao programa Access Hollywood, a atriz de 26 anos disse: "Não acredito que (a monogamia) seja realista. Mas acredito que nós, como pessoas, temos o poder de fazê-la acontecer". Ela também disse: "Eu não vou desrespeitar meu marido e sair por aí".
Escrito por Mari às 23:02
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http://claudia.abril.uol.com.br/edicoes/509/fechado/amor_sexo/conteudo_82464.shtml? Vs. http://nova.abril.uol.com.br/edicoes/368/fechado/amor_sexo/conteudo_87263.shtml?
Escrito por Mari às 19:14
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De: Claudia.
Só bem mais tarde percebi que "Carrie" - por esperteza ou intuição, não importa - usou um caminho bem mais seguro para chegar ao coração do amado e tomar posse: tornou-se, primeiro, amiga dele. Num livro que escreveu sobre os dez maiores erros que as mulheres cometem quando se apaixonam, o especialista americano Andy Whaling abre a lista exatamente com a mancada da bela Fernanda: entregar-se de corpo e alma ao romance e ao sexo sem se preocupar em estabelecer também fortes laços de amizade. Quem se tornou parceira e confidente de Ricardo foi a outra, não ela, e aí...
Podem ter havido outros problemas, claro, mas a falta de cumplicidade é o chamado beijo da morte num relacionamento. Antes de cair em depressão, convencida de que suas rivais têm alguma coisa (tipo atributos físicos ou habilidades eróticas) que você não tem, é recomendável checar quais são as tolices que faz - e elas, não. A lista do doutor Whaling é um guia precioso. Estão lá, por exemplo:
. Esquecer que, antes de conhecer esse homem, você tinha uma vida própria e cair na tentação de colocar sua felicidade inteiramente nas mãos dele. Uma entrega total pode lhe parecer super-romântica, mas se transforma num peso nas costas do parceiro e faz com que comece a duvidar seriamente da sua auto-estima.
. Ignorar sinais de alerta. É aquela história de tapar o sol com a peneira na doce ilusão de que, se fizer de conta que os problemas não existem, eles acabarão desaparecendo ou se resolvendo sozinhos.
. Imaginar que, se combinam na cama, tudo o mais dará certo.
. Não cultivar a relação, partindo do princípio pra lá de equivocado de que aquilo que a gente conquista é nosso para o resto da vida.
. Nunca dar um tempo para analisar o que saiu errado nos romances anteriores e, assim, continuar cometendo sempre os mesmos erros.
Que eu me lembre, Fernanda costuma fazer tudo isso. E tem mais. Voltando à nossa surpreendente e apagadinha "Carrie", justiça seja feita. A moça tinha realmente uma qualidade que falta a muitas beldades e que a escritora e consultora de casais Kara Oh considera fundamental: sem a menor sombra de dúvida, não estava nem aí para o fato de não ser nenhuma maravilha da natureza. Resumindo, era óbvio que se sentia bem sendo do jeito que era. Nas palavras da especialista americana, o negócio é o seguinte: "Os homens são atraídos principalmente por mulheres felizes. Aquelas que gostam de si mesmas e adoram ser mulheres".
. Também era cristalino que a rival sem graça da minha linda prima gostava de Ricardo do jeito que ele era. Já Fernanda, naquela ânsia de tornar o homem dos seus sonhos mais parecido ainda com o homem dos seus sonhos, vivia tentando mudá-lo - em pequenas coisas, é verdade, mas vivia. Ora, não é preciso ser nenhuma Kara Oh para perceber que isso é meio caminho para o desastre. Como diz a doutora, "os homens odeiam tal comportamento. Faz com que se sintam inadequados. Interpretam como uma forma de atacá-los e, instintivamente, se defendem. E um homem na defensiva não consegue continuar amando a agressora".
. Uma que meteu os pés pelas mãos e deu lindamente a volta por cima foi a autora de best-sellers de auto-ajuda Cucan Pemo. Depois de ser passada para trás e viver num inferno durante oito meses, não só aprendeu com os próprios erros como hoje ensina a mulheres solteiras e casadas os mistérios de criar e manter um relacionamento. Para as novatas no assunto ou para aquelas como minha prima, sempre às voltas com uma rival "poderosa", dá os seguintes conselhos:
. Mostrar ao parceiro que respeita as escolhas, opiniões e desejos dele mais do que qualquer outra pessoa. Basta se colocar no lugar do outro para entender que ninguém gosta de ser forçado - mesmo que sutilmente - a pensar com a cabeça alheia.
. Não tentar competir com a outra. Quando se envolve numa batalha dessas, cria à sua volta um bocado de energia negativa. O clima fica tenso, só aumentando qualquer tipo de desconforto que seu parceiro já esteja sentindo. A idéia é, ao contrário, fazer com que ele se sinta cada vez mais confortável a seu lado.
. Evitar discussões a respeito da rival. Se você quer salvar a relação e está convencida de que tem salvação, alfinetadas do tipo "aposto que ela também gostou daquele filme ridículo que você adorou" ou perguntas como "aonde você foi ontem de tarde que o seu celular passou um tempão fora de área?" só servem para colocar o sistema de autodefesa dele no piloto automático. Sem contar que a única coisa que vai conseguir é uma mentira como resposta. Nunca é demais lembrar que um dos motivos para ter se envolvido com outra pode muito bem ser o fato de a convivência com você o estar sufocando.
. Por falar em sufoco, é mais do que aconselhável evitar também (ou parar agora com) muito grude.
. Avaliar com toda isenção possível se você continua a ser a mesma do começo da relação; isto é, se continua a mesma mulher por quem ele se apaixonou. Era independente, carinhosa, cheia de vitalidade? E agora? Quando nos sentimos ameaçadas por uma rival, nossa tendência é culpar o traidor: Você não era assim, está parecendo outro homem!" Amigas condoídas e bem-intencionadas costumam colocar panos quentes do gênero "a vida é assim mesmo, as pessoas mudam", sempre se referindo ao desgraçado que nos passou a perna. Mas será verdade? É muito comum descobrirmos - às vezes, tarde demais - que a maldita é hoje o que fomos ontem. Não é que tenha algo que nós não temos; tem o que tínhamos e perdemos pelo caminho.
No e-mail que me mandou contando a mais recente desgraça que se abateu sobre ela, prima Fernanda faz um relatório completo sobre "a biscate" que agora lhe roubou o marido. Quanto mais eu lia, mais achava "a tal" parecidíssima com ela. E mais achava a Fernanda que me escrevia muito diferente da que conheci a vida inteira. Sem querer, simpatizei com a outra e - desculpe o mau jeito, priminha - hipotequei total solidariedade ao novo casal. Fê, minha linda, sobre a pergunta o que há de muito errado com você, acredito que seja exatamente isto: não consegue perceber que é a maior responsável por seus fracassos amorosos. Pode ser que nunca mais queira falar comigo, mas acho que é minha obrigação lhe dar um toque até um tanto cruel. Na realidade, a outra não tinha nada que você não tivesse. Agora, por obra e graça de sua, digamos, cegueira, tem algo que você nunca mais terá: seu marido. A vida é assim.
Escrito por Mari às 19:06
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Teste: você é boa de conquista?
"Seu maior trunfo: saber que criar uma conexão perfeita é igual a mostrar interesse pelo outro e depois recuar na medida para deixá-lo intrigado."
Escrito por Mari às 19:03
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"But if this turns out to be a big mistake... I do have the ability to fall out of love with you... (*snap*) like that."
.
Escrito por Mari às 11:39
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"It has gotten to the point where if I had to choose between falling in love and reading a book about falling in love...I'd choose the book." - Nikos Kazananski
"To my parents. Who taught me that love doesn't conquer all. That it ends. And then it begins again." - Dawson's Creek
"I just wonder how many people never get the one they want, and end up with the one they're supposed to have." -Fried Green Tomatoes
"I'm so paranoid of getting hurt. I am always getting my heart broken over and over. My heart has so many scars and bruises all over it. I don't know how much just one heart can take really, and I don't really want to find out either."
"I don't pretend to know what love is for everyone, but i can tell you what it is for me, love is knowing all about someone, and still wanting to be with them more than any other person, love is trusting them enough to tell them everything about yourself, including the things you might be ashamed of, love is feeling comfortable and safe with someone, but still getting weak knees when they walk into a room and smile at you."
"I've noticed that i always want what i can't have.. especially in relationships.. and I'm always causing problems to make the relationship unattainable.. because when i want what i can't have.. well i can't get hurt…" - beckie
"Every time I get my hopes up, they always seem to fall. But what could have been is better than what could never be at all."
Escrito por Mari às 11:35
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