- Como antevisto por minha pessoa, só pq o amigo tá nos States... - poderia ter sentido minha falta antes! - o que fez durante todo este tempo?
Gandaiou as férias inteiras, viajou, saiu, e agora de volta à rotina, sente minha falta?
- Sentiu minha falta do nada? Foi um ímpeto, um impulso, no ápice da carência de um domingo à noite?
O que sei é que se essa saudade for realmente substantiva, você virá atrás incisivamente. Convencer-me-á. E insistirá. Rá, o trabalho vai ser grande. Ah, vai. (hum. ou nem tanto...!)
De qualquer modo, pode começar a dar vazão ao processo de convencimento. Eu agradeço. Devo dizer que o quesito “por favor, me surpreenda” já foi satisfatoriamente transposto.
[Só não consigo entender ainda a coincidência cósmica, absurda, inexplicável, inenarrável da sua mensagem no exato-momento-em-que-eu-tentava-dormir-mas-não-conseguia-por-estar-lembrando-de-você, -do-seu-beijo, -do-seu-abraço, -do-motivo-de-milésimo-de-segundo-que-me-fez-ficar-apaixonada-por-você, -da-gente, -de-tudo-o-que-passamos, e isso porque era pra eu ter capotado facilmente, já que estava semi-morta, praticamente um zumbi. Wow. E o "ficar bamba", elétrica, ter tremeliques. Não acreditar no que estava vendo. Descobri o que é 'tremer na base', literalmente. Alguém me explica, por favor. Se isto não é um sinal divino, do universo, da força que rege o mundo... o que mais pode ser? E o que significou?]
E tenho dito.
Descaso. Falta de interesse em me apresentar pros amigos. Me amar no escuro? Not good enough. Nunca saímos pra comer. Não teve oportunidade de conhecer meus amigos. Pois agora eu quero ser apresentada pros seus, quero que você conheça os meus. E os cative. Quero que me ligue, que me mime. Eu também o farei. Quero sentir-me escolhida, especial. E acima de tudo, amada. Eu retribuirei. Quero que conheça minha família. Quero conhecer a sua. Quero voltar a te fazer cócegas - agora que sei o ponto estratégico. Quero viver momentos inesquecíveis. Quero que a nossa história seja linda e louca. Seja ela eterna ou provisória.
E, se assim não for, eu passo. Obrigada pela tentativa.
Escrito por Mari às 16:48
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