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BRASIL, Sudeste, Mulher, de 15 a 19 anos, Cinema e vídeo, Música, Estudos, viagens, baboseiras em geral
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"(...) E você está a um passo do endeusamento: "ele é único", aí fodeu. Se ele é único, ele é a sua única chance de ser feliz. E, se ele não quer nada com você, você acaba de perder a sua única chance de ser feliz. Bem-vinda à depressão. Como você é ridícula, amor platônico é para adolescentes. Lá fora há milhares de possibilidades de felicidade, de felicidades possíveis. De realidade. E você eternamente trancada na porta que o mundo fechou na sua cara. Fazendo questão de questionar e atentar o inexistente. Vá viver um grande amor. Olha, faça um favor para mim, antes de tremer as pernas pelo inconquistável e apagar as luzes do mundo por um único brilho falso, olhe dentro de você e pergunte:
estupidez, masoquismo ou medo de viver de verdade?"
Escrito por Mari às 12:39
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"(...)Quem tenta se matar é porque acha que a vida não tem mais sentido, que os momentos bons não vão voltar... E por covardia buscam uma força incrível pra acabar com a vida. Se utilizassem essa mesma força pra fazer de sua vida algo melhor valeria mais a pena. Assim fazem os que matam um amor ao primeiro sinal de problema, canalizam suas energias para destruí-lo ao invés de alimentá-lo. Eis o amor suicida. Dizem que viver é sofrer e que a morte é o fim. Mas sem se dar conta você um dia para e se pega sorrindo olhando para as estrelas, para o balançar de uma árvore ou para o movimento do mar. E nesse minuto você esquece de tudo. Apenas sente, vive. Se amor é vida, tente multiplicar esses minutos de sorrisos que brotam nos lábios por coisas tão simples, sem se preocupar com o fim, apenas vivendo, apenas sentindo.
E o dia que o amor se for vai ficar aquela sensação de um dia ter vivido. De um dia ter sido feliz. E começar tudo outra vez."
Escrito por Mari às 12:20
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"(...) os fatos, detalhes ínfimos e tão importantes, pessoas, lugares, cheiros, músicas, só se tornam especiais ao virarem história; a velha mania tão humana de valorizar apenas o perdido. Ou o vivido. Partir é a coragem de abandonar o mapeado e rumar para o incógnito, sem trilha marcada nem estrada pavimentada. É curtir o nó no estômago diante no novo, essa paisagem tão bela e pouco apreciada. Partir nos faz mais fortes, curiosos, atentos. Atiça os sentidos. Ficamos menos dependentes e nos livramos dos grilhões (para alguns, confortadores) do familiar. Partir causa movimento porque, assim como água parada apodrece, nós corremos o risco de virar rascunhos de nós mesmos ao acostumar com a estagnação.
Nada é mais perigoso do que ficarmos satisfeitos com o medíocre."
Escrito por Mari às 12:12
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Secundário? Então porque o desesepero em substituir?
Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra, é bobagem. Você não só não esquece a outra pessoa como pensa muito mais nela..
(...) Um dia saberemos a importância da frase: Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.
(...) Enfim... um dia descobrimos que apesar de viver quase 1 século, esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para beijarmos todas as bocas que nos atraem, para dizer tudo o que tem que ser dito...
O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutamos para realizar todas as nossas loucuras."
(Para o homem provar que é homem , não precisa ter mil mulheres. Basta fazer uma feliz.)
Escrito por Mari às 12:02
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"Vou me perdendo Buscando em outros braços seus abraços(...)"
"E não adianta nem me procurar Em outros timbres, outros risos Eu estava aqui o tempo todo Só você não viu (...)"
"Para mim, a intimidade se faz real quando me aninho mansamente no espaço macio entre o pescoço e o peito dele e apenas fico ali, sem necessidade de palavras. Intimidade é o momento no qual silencio a mente (e o mundo) e repouso a cabeça no meu porto-seguro, na parte mais fascinante e suave do corpo masculino: o ombro do homem que amo."
Escrito por Mari às 11:55
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"O segredo da vida é vivê-la de tal maneira que a pergunta se a vida tem sentido torne-se sem sentido. Esta é a solução wittgensteiniana. Wittgenstein dizia que o problema do sentido da vida é um problema não a ser resolvido mas a ser dissolvido. "A maneira de solucionar o problema que vês em tua vida", diz ele, "é vivê-la de modo que o que parecia problemático desapareça." A vida só é vivida de maneira correta para quem não pára para perguntar que sentido ela tem. Pois quem se questiona se é ou não feliz já demonstra que não está vivendo a vida da maneira como ela deveria ser vivida.
Mas, o que é a vida e como ela deveria ser vivida?, você pode perguntar. Aí, quem responde é John Lennon:
"Life is what happens to you while you're busy making other plans... Beautiful, beautiful, beautiful, beutiful boy... Darling, darling, darling, darling Sean...""
Escrito por Mari às 23:42
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