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BRASIL, Sudeste, Mulher, de 15 a 19 anos, Cinema e vídeo, Música, Estudos, viagens, baboseiras em geral
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Desabafo: Uma noite de garotoS (!!!!) sem-atitude
Se tem uma coisa que me irrita profundamente é o fato de existirem garotos que não têm a mínima noção de como "chegar junto" de uma garota. Aquele garoto que é lindo, mas completamente vazio, ou às vezes nem é tão vazio assim, mas simplesmente não sabe como se aproximar. Não possui jogo de cintura. Não tem atitude. Não tem postura. Não sabe lidar com as situações que se mostram completamente favoráveis a ele. Não tem as artimanhas da aproximação. Não sabe aproveitar os momentos ideais em que tudo poderia sair perfeito. Não tem o mínimo senso de "alerta" para fazer sua jogada. Não tem, em resumo, uma gota sequer de iniciativa.
Me irrita o fato de ter que esperar aquele passo, o impulso, a iniciativa tão simples de ser dada, que o indivíduo simplesmente não dá. E é ridículo, porque ele não o faz justamente em ocasiões nas quais tudo conspira a seu favor e em que há certeza de um resultado completamente favorável (pelo menos até que se "consuma"). E ter que lidar com isso é pura frustração. Porque quando tudo poderia dar certo, não acontece por falha de algo que deveria caber ao garoto... algo simples... um simples gesto... uma atitude completamente banal, ainda que um pouquinho ousada...
O que acontece com eles?? Como "destravá-los"? O que fazer nessas situações, a não ser lamentar pela oportunidade perdida?
(Obs: e o pior é que ainda pagam de "irresistíveis", quando na verdade só se dão bem porque há representantes do sexo feminino completamente "dadas"... < o que felizmente não é, e nem será, o meu caso>)
- - Caras legais são feios
- - Caras bonitos não são legais
- - Caras bonitos e legais são gays
- - Caras bonitos, legais e héteros, são casados
- - Caras não tão bonitos mas legais não têm dinheiro
- - Caras não tão bonitos mas legais e com dinheiro, acham que só estamos atrás do dinheiro.
- - Caras bonitos, não tão legais e razoavelmente héteros não acham que somos bonitas o bastante
- - Caras que nos acham bonitas, que são razoavelmente legais e que têm dinheiro são uns galinhas.
- - Caras que são razoavelmente bonitos, razoavelmente legais e que têm algum dinheiro são tímidos e não tomam iniciativa.
- - Caras que nunca tomam a iniciativa perdem automaticamente o interesse quando nós tomamos.
- - Caras que sempre tomam a iniciativa, nos matam de medo.
- - Caras que tomam a iniciativa e recebem um sim nos chamam de galinhas.
- - Caras que tomam a iniciativa e recebem um não, desistem e vão tomar a iniciativa em outro lugar e falam ainda que fazemos doce.
- - Caras que tomam a iniciativa, recebem um talvez, entendem como sim e nos chamam de galinhas do mesmo jeito.
- - Caras que recebem um sim e não nos chamam de galinha, têm uma mãe de amargar.
- Caras que não costumam esconder nada, são razoavelmente legais, razoavelmente héteros e têm algum dinheiro perdem o mistério, sei lá....
- A magia desaparece.
Escrito por Mari às 17:48
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Bizarrices elevadas à infinita potência
Que noite foi essa? Deus meu, nem sei por onde começar.... não fosse pelo rumo que as coisas tomaram, poderia ter sido uma noite extremamente divertida e engraçada. Porém, o desfecho completamente embaraçoso me deixa pasma até agora... com o questionamento "what the hell was I doing there???"
Abaixo segue um texto que, guardadas as devidas proporções (felizmente não chega a ser 1/8 do que se passou ontem, comigo), dá uma idéia geral das pessoas com as quais eu tive contato...:
As loucas baladas dos paulistinhas endinheirados
A estudante de Administração Nicole, de 21 anos, estará daqui a algumas horas desmaiada no quarto 231 do Hospital Alvorada, na zona sul de São Paulo, com a sua calça Gucci suja de vômito e com um cateter na veia por meio do qual ela receberá altas quantidades de glicose para rebater o efeito do excesso de álcool. Nicole mal irá se lembrar de, no espaço de horas, ter fumado dois cigarros de maconha, tomado um ecstasy na forma de coração e outro na forma das orelhas do Mickey Mouse, bebido uma garrafa inteira de champanhe Möet et Chandon e ter feito sexo com dois garotos que nunca viu na vida.
"Comigo tem que ser assim mesmo. Tudo aos extremos", diz a garota, filha de um conhecido empresário do ramo têxtil. "Gosto de dar para um monte de caras, de misturar Prozac com champanhe, de cheirar cocaína até meu nariz sangrar. E não me importo com a sua opinião moralista, típica da classe média. Tenho dinheiro suficiente para não me preocupar com você ou com mais ninguém. A minha felicidade está na minha conta bancária", dizia ela ao repórter enquanto se preparava para a balada.
Nicole faz parte de uma geração escancaradamente frívola e preconceituosa, formada por filhos de gente muito rica. É a "Geração $", como eles gostam de se definir. Têm a vida inteira pela frente e nenhuma preocupação com assuntos que assombram outras pessoas, como falta de dinheiro ou necessidade de escolha de uma profissão para ganhar a vida. Não há limites para eles. O que mais querem é curtir a juventude com o que acham que têm direito, incluindo drogas, sexo e uma boa dose de sentimento de superioridade.
"Eu sou o tipo de pessoa que os pobres e a classe média odeiam porque posso torrar R$ 5 mil em um vestido para usar apenas uma vez e depois encostá-lo no armário", diz Nicole ao repórter. "Não consigo ficar assistindo tevê em casa ou trabalhando em algum escritório estúpido na frente de um computador. Estou acima disso tudo. O dinheiro dos meus pais me possibilita curtir a vida sem preocupações e sem falsos moralismos".
Fernanda está acompanhada de mais três meninas que aparentam ter a mesma idade e de dois garotos já mais velhos, com mais ou menos 25 anos. Todos têm pais ilustres - duas são filhas de empresários bem sucedidos, a outra é herdeira de um fazendeiro do interior paulista, o garoto loiro é filho de político. Apenas um deles é uma incógnita. Seu nome é Carlos, e sua origem nunca foi colocada em discussão pelos colegas. "Um dia apareceu do nada em uma balada, dirigindo um Porshe Boxter e com muitos ecstasys no bolso. Não precisou explicar de onde vem para ser incluído na turma" explica Nicole.
Depois de duas horas e R$ 890 gastos em bebidas, o grupo decide deixar a balada e procurar algum outro lugar para terminar a noite. Ou melhor, para começá-la de fato. "Vamos para a minha casa, hoje não tem ninguém lá, meus pais estão viajando", sugere Fernanda. "Podemos comprar umas bebidas, ligar para uns amigos e fazer a festa lá mesmo. Com quantas pessoas será que eu vou transar hoje?"
A idéia de Fernanda até que foi comportada para os seus padrões. Da última vez que convidou os amigos para ir até a sua casa no Jardim Lusitânia – uma mansão na zona Sul de São Paulo com três salas, sete quartos, duas cozinhas, um pátio que se derrama na parte dos fundos com a piscina, uma edícola destinada aos hóspedes dos donos da casa e, num canto, um canil, abrigo de três cães, dois deles belíssimos huskies siberianos -, ela pagou três prostitutas e dois garotos de programa para animar a reunião.
São quase três horas da madrugada e as pajeros, mercedes e BMW's começam a se enfileirar na porta do número 482. Em pouco tempo, há cerca de 25 jovens no local. Todos da turma são muito parecidos - os garotos vestem camisa de algum estilista famoso e caro, Herchcovitch, Sommer ou Haten, e calça jeans igualmente exclusiva, mas que pareça estar bem suja. Já as meninas só usam preto, sempre de marca estrangeira, e não desgrudam de suas bolsas Louis Vuitton abarrotadas de ecstasys, maconha e, eventualmente, camisinhas.
Para a maioria delas, não faz a menor diferença saber se tomaram drogas misturadas à bebida porque a intenção é ficar doidas mesmo. "Essas garotas aí estão loucas para dar", aponta o estudante de Administração Thomás, de 22 anos, herdeiro de um médico famoso e amigo de longa data de Fernanda.
"A única coisa que elas têm para fazer na vida é gastar o dinheiro da família. As mais novas, aliás, são as mais danadas. Eu, por exemplo, transei com muita menininha filha de 'sei-lá-quem' dentro do meu Civic ou em banheiros de baladas. Já 'tracei' muitas Lolitas Pilles por aí." Thomás se refere à escritora francesa de 19 anos, que chocou o mundo ao descrever tudo o que se passa no mundinho milionário de Paris no seu livro de estréia, Hell. A tradução em português chegou às livrarias do Brasil no final de 2003 e vem ocupando lugar de destaque nas prateleiras das livrarias. Nascida em berço de ouro e patricinha assumida, Lolita Pille passou boa parte de sua vida torrando o dinheiro dos pais nas lojas mais caras da capital francesa, desrespeitando regras de trânsito, enchendo a cara em hotéis de luxo e dançando até de manhã nas boates da moda.
Quando se cansou da farra, a garota escreveu 224 páginas denunciando a sua geração da forma mais crua possível. A galera endinheirada de Paris não perdoou. Lolita Pille passou a ser barrada nas baladas VIP's. "A 200 km/h pelas ruas de Paris, onde não é bom caminhar quando estamos no volante, misturamos álcool com cocaína e cocaína com ecstasy", escreve. "Eu sou um produto da Think Pink Generation. Minha crença: seja bela e consuma. Sou a musa do deus 'Aparência', sob o altar do qual eu queimo alegremente todo mês o equivalente ao seu salário".
Os relatos de Lolita poderiam muito bem ter sido escritos pela paulistana Nicole, pela amiga Fernanda, ou por qualquer uma das meninas que dançam e se beijam sem blusa na sala de estar da casa de piso de mármore claro do bairro paulistano de Jardim Lusitânia. "Entrei numa boate aos 14 anos e nunca mais sai", confessa a escritora francesa em Hell, numa de suas muitas tiradas infanto-niilistas. "De qualquer maneira, o que fazemos é vergonhoso. (...) E daí? É você quem paga a conta? Enfim, por hora está bom para mim. Minha única preocupação é o vestido que vou usar hoje..."
Considerando que a totalidade desses indivíduos era da ala masculina, inverta-se a ótica sob a qual o texto se espelha e restará o quadro que descreve, com suaves coincidências, a noite passada. E eu que achava que essas coisas só aconteciam nos filmes... tsc tsc tsc, deprimente!
Escrito por Mari às 13:15
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Quanto à Veja, trata-se de uma matéria sobre atração, muito interessante... eu não canso de ler! Segue abaixo a parte a que fiz referência no meu momento de transe e outras parte tão interessantes quanto... :
"Os especialistas da Universidade de Louisville, no Kentucky, demonstraram que, quando uma mulher mostra interesse por um homem, ele se torna mais facilmente objeto de desejo das demais. É a prova de que um selo de ISO 9000 pode ser um afrodisíaco feminino."
*Preferência nacional Uma pesquisa inédita da Universidade Federal do Rio de Janeiro ouviu 1 300 homens e mulheres, entre 20 e 50 anos, para saber o que as pessoas acham que mais as atrai sexualmente. A MAIORIA DAS MULHERES RESPONDEU "INTELIGÊNCIA", ENQUANTO MAIS DA METADE DOS HOMENS DISSE "BELEZA".
*Pesquisadores ingleses garantem que a atração sexual se dá em 150 milésimos de segundo. É o tempo que leva para o cérebro responder se uma pessoa vale a pena.
*Segundo as mais recentes pesquisas, pode-se chegar à conclusão de que o tipo irresistível para as mulheres tem voz grossa, é cobiçado, diz que faz ginástica e tem um cheiro que lembra o do pai dela.
*Já o modelo que mais atrai os homens tem traços mais infantis, corpo curvilíneo, lábios grossos e cheira a lavanda. Mulheres de olhos grandes e arredondados, testa larga, nariz e queixo pequenos e maçãs do rosto acentuadas – o que caracteriza o rosto de crianças – levam vantagem. Não que haja algum traço de pedofilia na escolha. É que o conjunto é visivelmente mais harmônico.
*É certo que os resultados de todos os estudos sobre as prováveis influências na escolha da alma gêmea podem ser discutíveis. É impossível estabelecer um padrão universal de beleza ou de atratividade.
*Um estudo da Universidade Dalhousie, no Canadá, diz que pessoas com rosto assimétrico são mais ciumentas. A explicação da teoria é que, como são menos atraentes, temem mais pela perda do parceiro. É evidente que ninguém sai por aí com uma régua na bolsa. Mas, segundo os especialistas, apesar de essas serem particularidades insignificantes, o cérebro consegue percebê-las.
*Estudos com homens parecem apresentar os mesmos resultados desde o tempo das cavernas: anatomia pura. A teoria científica usada para explicar tal fenômeno é a do imperativo biológico, ou seja, as escolhas e preferências de parceiros sexuais ainda são influenciadas pela procura por melhores genes para uma futura prole. Homens buscariam mulheres jovens e atraentes, pois detectariam na juventude a possibilidade de gerar muitos filhos, e na atratividade, a saúde do corpo para enfrentar a gravidez e suas repercussões. Já a mulher estaria de olho em um parceiro com dispositivos internos de força, poder e capacidade de proteção para ela e sua prole.
*Estudos provam que a maior atração sexual se dá entre pessoas que se assemelham fisicamente ou têm o mesmo estilo de vida. Segundo esse trabalho, pessoas bonitas se sentem mais atraídas por parceiros bonitos do que ricos. E os endinheirados preferem gente do mesmo status às pessoas dotadas de grande beleza. "A regra dos casais é a homogeneidade, e isso se dá também na atração física. As pessoas temem quem se parece melhor ou diferente demais delas mesmas".
Escrito por Mari às 23:52
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Questionamentos infundados e absurdos para qualquer um que não seja minha própria pessoa e a minha grande mente perturbada (as vezes tão incrivelmente perturbada que nem eu mesma acredito... )
Como evitar que, ao fim do dia, nossa mente relute em fazer um balanço de tudo o que se sucedeu? Das pessoas com quem cruzamos e que não nos foram simpáticas (qdo elas poderiam mto bem estar num mal dia; aliás, como não saber se elas não tiveram a mesma impressão em relação à nós?); das pessoas com quem cruzamos com as quais deveríamos ter tido outra reação que não a que tivemos (e agora ficamos martelando "o-que-será-que-aquela-pessoa-está-pensando-e-como-me-retratar-e-o-que-fazer-da-próxima-vez-que-encontrá-lo?); das pessoas que NOS encontraram e que nos chamaram qdo estávamos indo, e que nos fizeram sentir sem-graça (num jeito bom, pq se vira o centro das atenções); e na reação que deveríamos ter tido diante desse alguém e das pessoas que estavam com ele; de pensar na menina-motivo-de-inveja que não está mais com o garoto-que-antes-eu-desprezava-mas-que-passei-a-ver-com-outros-olhos justamente porque ele ficou/namorou com a menina que se inveja (o que seria algo inconcebível, ou seja, vc passa a vê-lo com outros olhos... é bem aquele trecho da matéria da Veja que será postado mais abaixo) e-que-no-fundo-no-fundo-você-sabe-que-a-menina-também-a-inveja-porque-repara-demais-e-faz-de-tudo-para-parecer-ser-mais-do-que-é-quando-você-está-perto-naquela-reação-típica-de-competitividade-feminina; do fato de o menino com quem eu fui super simpática, (e que hj simplesmente olha pra minha cara sem esboçar qquer reação, claramente esperando a minha primeiro, e então eu dou aquela tentativa-de-sorriso-mas-não-adianta,-porque-ele-continua-a-encarar-com-aquela-forma-séria-desconfiada-do-tipo-"por acaso vc não lembra de mim? não vai me cumprimentar??"-qdo-é-óbvio-que-eu-me-lembro-mas-simplesmente-não-consigo-esboçar-reação-se-ele-tbm-não-retribui-e-no-fundo-no-fundo-também-eu-acho-que-ele-tem-alguma-atração-por-mim , porque-ele-cumprimenta-normalmente-todas-as-outras-amigas-que-estavam-junto-comigo-no-dia-que-eu-falei-com-ele-e-só-comigo-que-ele-tem-esse-tipo-de-reação-sendo-que-eu-fui-a-que-mais-falou-com-ele...) estar totamente amigo da menina-invejada, e eu fico pensando o que céus será que ele pensa em relação a mim (se é que pensa alguma coisa... se é que sequer repara... ainda que, no âmago de meu ser, eu ache que sim)... será que ele me tem como aquela garota inatingível? afinal, as circunstâncias pelas quais nos conhecemos já supunha certa hierarquia...e as reações posteriores da parte dele tbm dão a entender isso... e então, vem o desejo: "tomara que sim, tomara que sim!!!"; e então eu penso no ex-ficante-rolo-namorado-relâmpago da garota-invejada, e que estava na rodinha do-amigo-distante-que-me-chamou-qdo-eu-estava-indo-e-que-me-apresentou-pro-resto-do-grupo-, e penso que ele tem uma quedinha por mim, aliás, sempre teve, mesmo quando estava junto da menina-invejada, porque ele ficava olhando, meio que provocando do tipo: "olha com quem estou..." como se fosse algo inconsciente, e na verdade acho que era, porque parecia que ele não dava valor à ela, talvez considerando que poderia conseguir muito melhores, ou talvez não acreditando e não sabendo aproveitar a oportunidade que lhe bateu à porta, ou sei lá por que outro motivo, cada um tem suas próprias razões.... talvez porque não quisesse realmente estar com ela, mas o fato de estar, surgiu-lhe como uma oportunidade pra mostrar aos demais o seu potencial e mudar a opinião das outras pessoas, como de fato aconteceu; do fato de eu estar falando e pensando tudo isso, mas sabendo que caso ele chegasse em mim, eu não ia querer ficar com ele, por motivos muito válidos (de opiniões que tenho sobre determinadas coisas), mas eu sei que faço isso pelo puro e simples prazer de chegar à conclusão de que eu estava certa, ou seja, que ele realmente sempre esteve interessado em mim. E é repugnante o fato de eu querer "conquistá-lo" (em pensamento, e através de alguns atos inconscientes - seriam mesmo inconscientes??- que eu faço perto dele/para ele) simplesmente para provar a mim mesma o quanto eu sou desejada, e o quanto os garotos pagam pau, (nesse caso ia ser mais animal ainda por causa da menina-invejada-que-na-verdade-parece-ser-mó-gente-boa-mas-eu-não-sei-porque-tanta-raiva-dela) quando eu apenas iria desprezá-lo, e ele ia levar um fora de alguém que, na mente dele, deu bola, e na verdade deu mesmo, e então ele não vai entender mais nada e vai se sentir um desprezado, mal-amado, e eu vou criar mais um "cachorro"/cafajeste da vida... porque todo cachorro é criado assim... são caras que eram bonzinhos mas que tiveram seu coração destroçado por uma inconstante mulher; e então eu penso tbm no quanto eu sou assim de forma geral, eu sou super ultra mega simpática com as pessoas, simplesmente porque é o meu jeito, mas acho que no fundo no fundo há aquele desejo de que o garoto acabe gostando de mim (afinal, quem não se sente lisonjeado de "angariar" admiradores por onde passa? principalmente com pessoas que acaba de conhecer.... é meio que um teste, uma prova, da própra capacidade de atração... é se pôr à prova em prol de massagear o ego), só que eu nunca correspondo, porque geralmente pros garotos que REALMENTE me atraem essa minha "tática" não funciona, eles não se sentem atraídos por mim dessa forma, ou pq eu não chego a conhecê-los (de falar e tal), ou porque têm namorada ou então porque são uns orgulhosos fdp e se sentem ameaçados porque sabem que eu sou o tipo de garota que atrai dessa forma, e então é até capaz que eles se sintam atráidos, mas não vão falar nada e nem dar o primeiro passo, porque seria "ceder" demais... e que karma é esse o meu de sempre gostar de meninos orgulhosos, que se acham a última-bolacha-do-pacote-que-sai-voando?? E eu penso o quanto o fator "grupo" influencia as nossas ações... pessoas com as quais eu tranquilamente puxaria papo se estivesse acompanhada, mas que, estando, sozinha, eu finjo não conhecer, ou dou um "oi" tímido... o que seria isso? falta de auto-confiança? reação normal? Creio que todas as pessoas sofrem uma fortíssima influência do grupo, isso foi várias vezes tema de documentário no GNT... e ao mesmo tempo eu sei que amanhã será um outro dia, e que as pessoas com quem eu cruzei hj podem não ter sido tão simpáticas simplesmente porque não estavam em um bom dia, assim como eu estava completamente afobada e posso ter passado a mesma impressão pros demais... mas tenho certeza de que essas pessoas entenderão (e não serão loucas como eu de considerarem aquilo como alguma coisa "digna de preocupação") ou então eu terei a chance de me retratar com elas em algum momento... E eu tenho medo de ter perdido a minha capacidade de simpatia, extroversão e comunicabilidade com toda e qquer pessoa, mas então considero que isso depende de vários fatores (como humor, ocasião, lugar, etc) e considerando o meu estado de debilidade, físico e psíquico, chego à conclusão de que meu comportamento atual ( frequente já há algum tempinho) é completamente aceitável... e reversível!!!
Escrito por Mari às 22:27
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Pensamento
Conta-se que no século passado, um turista americano foi à cidade do Cairo, no Egito, com o objetivo de visitar um famoso sábio. O turista ficou surpreso ao ver que o sábio morava num quartinho muito simples e cheio de livros. As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco.
- Onde estão seus móveis? - perguntou o turista.
E o sábio, bem depressa, perguntou também:
- E onde estão os seus...?
- Os meus?! - surpreendeu-se o turista - Mas eu estou aqui só de passagem!
- Eu também... - concluiu o sábio.
Escrito por Mari às 21:10
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Disturbing...
Requiem for a Dream

E a música que não sai da cabeça...
Escrito por Mari às 14:04
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As vezes eu me acho extremamente romântica e sonhadora... outras, eu sou extremamente pé no chão.
Mas de uma coisa - independente da "fase" em que me encontrava - eu sempre tive certa certeza ("certa certeza" soa ótimo...): a de que relacionamento nenhum dura pra sempre. Quando eu digo relacionamento, eu me refiro àquele existente entre duas pessoas, um casal, o que leva ao namoro, noivado, casamento... Eu sempre acreditei que um dia esse amor acaba... pode virar amizade, pode virar simples tolerância, pode virar acomodação (o mais comum) ou pode resultar em separação e todas as suas variantes (separação pacífica, brigada, de "um-não-olhar-mais-pra-cara-do-outro, etc, etc...). É bem o que nos diz Axl Rose....: "(...)cause nothing lasts forever, and we both know hearts can change (...)"
Não sei se eu deveria ficar feliz por ter essa visão realista... ou triste, por soar insensível demais. Mas logo sei, insensível é algo que eu definitivamente não sou. Pelo menos não quando estou gostando de alguma pessoa.
O certo é que essa visão certamente mudará... assim que eu encontrar "aquele" cara. Que pode até não ser "O" cara, mas há sempre a sensação de que aquele com quem você está no momento é o alguém com quem se permanecerá pro resto da vida. Parece que somos tomados por uma total cegueira, que nos faz enxergar tudo mais bonito e ainda só ter o pensamento naquela pessoa. Rá. Engraçado como as coisas são.
Amores mal resolvidos - Arnaldo Jabor
"Olhe para um lugar onde tenha muita gente: uma praia num domingo de 40º, uma estação de metrô, a rua principal do centro da cidade. Metade deste povaréu sofre de Dor de Cotovelo. Alguns trazem dores recentes, outros trazem uma dor de estimação, mas o certo é que grande parte desses rostos anônimos tem um Amor Mal Resolvido, uma paixão que não se evaporou completamente, mesmo que já estejam em outra relação.
Por que isso acontece?
Tenho uma teoria, Ainda que eu seja tudo, menos teórico no assunto. Acho que as pessoas não gastam seu amor. Isso mesmo. Os amores que ficam nos assombrando não foram amores consumidos até o fim. Você sabe, o amor acaba. É mentira dizer que Não. Uns acabam cedo, outros levam 10 ou 20 anos para terminar, talvez até mais. Mas um dia acaba e se transforma em outra coisa: lembranças, amizade, parceira, parentesco, e essa transição não é dolorida se o amor for devorado até o fim.
Dor de Cotovelo é quando o amor é interrompido antes que se esgote. O amor tem que ser vivenciado. Platonismo funciona em novela, mas na vida real demanda muita energia sem falar do tempo que ninguém tem para esperar. E tem que ser vivido em sua totalidade. É preciso passar por todas etapas: atração-paixão-amor-convivência-amizade-tédio-fim. Como já foi dito, este trajeto do amor pode ser percorrido em algumas semanas ou durar muitos anos, mas é importante que transcorra de ponta a ponta, senão sobra lugar para fantasias, idealizações, enfim, tudo aquilo que nos empaca a vida e nos impede de estarmos abertos para novos amores. Se o amor foi interrompido sem ter atingido o fundo do pote, ficamos imaginando as múltiplas possibilidades de continuidade, tudo o que a gente poderia ter dito e não disse, feito e não fez.
Gaste seu amor. Usufrua-o até o fim. Enfrente os bons e maus momentos, passe por tudo que tiver que passar, não se economize. Sinta todos os sabores que o amor tem, desde o adocicado do início até o amargo do fim, mas não saia da história na metade. Amores precisam dar a volta ao redor de si mesmo, fechando o próprio ciclo. Isso é que libera a gente para ser feliz novamente."
Escrito por Mari às 13:17
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"a vida é o que acontece enquanto estamos ocupados fazendo outros planos"
Engraçado como tudo sempre parece conspirar para que a gente dê valor à vida, quando estamos indispostos com ela. Esses dias têm sido de uma irritação visceral... incômodo decorrente de inflamação na garganta, dor no pescoço, gripe, tristeza só de pensar nas redações a serem corrigidas, provas (2 só nessa semana), seminário... e é incrível como essas pequenas coisas podem fazer o meu humor ir lá pro chão, quando, exatamente, são coisas tão pequenas. Acabei de receber um email de uma amiga que perdeu o pai. Acho que não há algo pior no mundo do que a morte de alguém querido, principalmente alguém tão próximo, como pai, mãe, irmão ou melhor amigo. E, depois de ler todo o seu e-mail, a ficha resolveu cair... essa minha amiga tem estado bem triste e desanimada, e ela sim é alguém que tem motivos pra se sentir assim. Na verdade minha consciência não está pesando no momento por eu achar que meus motivos de irritação são irrisórios perto dos dela - mesmo porque todos temos o direito de nos sentirmos mal, chateados, irritados, por motivos que consideramos importantes - mas sim porque eu me dei conta de quantos outros motivos eu tenho pra NÃO me sentir assim. Eu percebi o quanto eventos mínimos, insignificantes e materiais (como provas, seminários e vírus passageiros) têm efeito sobre mim a ponto de eu lamentar tanto tudo isso, e inclusive tratar mal e encher de lamúrias pessoas que têm convivido comigo nesses últimos dias... quando na verdade o que estou vivendo, as pessoas que têm me suportado, todas as condições de modo geral são muito maiores do que tudo isso. Não sei se estou me fazendo clara. Mas é que todo o contexto no qual estou inserida hoje, agora - e que inclusive são premissas para reclamações - é parte de algo pelo qual eu lutei muito, algo que há dois anos era simplesmente o meu objetivo de vida. Ou seja: eu estou onde eu queria estar; e as coisas que hoje são minhas reclamações são todas consequências das minhas conquistas. E eu deveria enxergá-las como meios, como obstáculos, como pequenas provas de resistência no caminho, para que tudo não seja um mar de monotonia...
Porque afinal de contas eu tenho todos os motivos do mundo pra ser feliz. Tenho um pai e uma mãe maravilhosos, que são basicamente o elo, a base de toda a minha força e motivação, e que felizmente ainda possuo a benção de ter ao meu lado, próximos, presentes. Um irmão divertidíssimo e que, apesar de todas as brigas e discussões, eu não sei o que seria de nossas vidas sem ele. Uma família imensa e tão maravilhosa quanto, algo realmente difícil, considerando as incontáveis crises familiares que se percebe por aí afora.... Estou onde muitos sonham em estar; feliz, porque tive meu esforço reconhecido, e adoro esse lugar cada vez mais, cada dia mais, porque sei que um um futuro brilhante me aguarda. Tenho amigos inigualáveis... daqueles que eu diria ser muito difícil de encontrar em uma vida, e sei que posso contar com qualquer um deles, quando precisar, pois todos me tem em conta, sem exceção. Realmente uma benção. São amigos que me ouvem, que me fazem rir, que sabem dizer as coisas certas nas horas certas, que motivam, que incentivam, que elogiam, que aconselham, que admiram, que divertem, que dão toda-aquela-força-incomensurável-de-quando-se-acha-que-não-se-tem-mais-forças-e-não-se-pode-mais-levantar... Tenho toda uma perspectiva de objetivos estipulados, de metas a serem atingidas, de lugares que quero conhecer, de amigos que quero fazer, de pessoas com as quais quero conversar, de tardes olhando para o céu azul e ensolarado, com aquele friozinho, para simplesmente admirar a paisagem e apreciar o momento, de retribuições a meus pais, por tudo o que fizeram por mim, de restaurantes que pretendo frequentar, de festas que pretendo comparecer, de mudanças que planejo fazer, de experiências a compartilhar... tenho toda uma vida pela frente. E tenho que aprender a dar valor pras coisas que realmente valem a pena, como as pessoas que me rodeiam - amigos e familiares - e os sentimentos como amizade, amor, perseverança... das pequenas coisas, como o fato de ter saúde, de ser perfeita e extremamente querida pelas pessoas. De ter conquistado tudo o que conquistei, incluindo a admiração de quem me considera. De ser quem eu sou hoje, de estar onde estou... de ter mudado, de ter amadurecido. E tudo isso é muito e tão, mas tão maior do que qualquer outra coisa!!
E quer saber?
*Que venham as provas, porque eu vou arrasar... (a gente estuda, e se não der, sempre há a possibilidade de cola... haha! E se mesmo assim não der, não é motivo pra desabar... uma prova é simplesmente uma prova...)
*Que venha o seminário, e se eu tiver que falar, nem que seja sozinha, eu vou me esforçar o suficiente pra sair algo bem feito. E se na hora eu me embananar, azar... as pessoas com as quais me preocupo sabem do meu verdadeiro potencial, e quem realmente tem que saber disso nem vai estar presente.
*Que venham mais redações, porque se pra UM aluno eu for útil, a minha tarefa já está cumprida. E afinal de contas, eu é que optei por isso, e não faço de graça nem por favor (quer dizer, mais ou menos...).
*Dor de garganta, gripe, dor muscular... nada disso me derruba, já passei por coisas piores.
E é isso aí... VIVA A VIDA!!
Escrito por Mari às 14:19
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"Don't think that you're charmin the fact that your arm is now around my neck Won't get you in my pants I'd have to kick your ass and make you never forget I'm gonna ask you to stop, Thought I liked you a lot But i'm really upset (really upset) Get out of my head Get out of my bed, yeah, thats what I said"
I like her voice in this song... specially in this part
(pequeno parênteses: será possível que um dia eu consiga baixar essa música da net em perfeitas condições?)
Escrito por Mari às 11:18
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Reflexão vã...
Mestiços de orientais com brasileiros são seres realmente abençoados... incrível como a mistura pode ficar tão perfeita!
Não digo isso apenas por mim; costuma ser uma opinião mais ou menos geral e tenho várias amigas mestiças, sendo que a grande maioria é linda. Os meninos também são afortunados, recebendo o dom e a graciosidade dos olhos levemente puxados, e não ficam pra trás... sem comentários!!
Abaixo algumas provas da beleza mestiça (infelizmente, todas demonstram a beleza feminina... caberiam fotos de alguns amigos mestiços aqui... ;-] )

Escrito por Mari às 23:25
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