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Autossuficiência? Num sábado à noite solitário?

(...) But like I always say: “Your supreme selfishness, is our gain”

"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas."

"O seu carma nesta vida: Você precisa expressar mais amor pelos outros. Há a necessidade de estreitar os laços de afeição com os seus familiares imediatos e seu ambiente. Deve desenvolver um senso pessoal de responsabilidade para com aqueles que dependem de você, e um senso de responsabilidade social para o bem daqueles em sua comunidade. Tornar-se consciente das necessidades dos outros aumenta sua habilidade de ver os dois lados de um assunto e assim refina o seu talento para tomar decisões justas"



 Escrito por Mari às 19:50
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Por que os homens amam as mulheres poderosas

E eu insistindo em encarnar o papel da boazinha.
Até demais.

Dito e feito: o desafio mental foi pro ralo e fui trocada numa jogada feita à velocidade da luz.

Isso é pra você aprender.... valorizar e amar a si mesma, acima de tudo. Colocar-se em 1º lugar, sempre. E jamais perder de vista que só é respeitado quem se faz respeitar, e não quem implora por amor.
Quanto mais se distanciava, maior era o meu desespero em me reaproximar, em ser boazinha.... e nessas, o fosso só aumentava.

Reler, reler e reler. Quantas vezes forem necessárias. Até eu interiorizar.
Interiorizar que eu sou completa e muito feliz sozinha.



 Escrito por Mari às 21:48
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Fernando Pessoa em dose dupla

"Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final.
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu...
Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.
O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.
Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.
Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio
, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.

Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.

Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és..
.
E lembra-te:
Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão"


"Agir, eis a inteligência verdadeira. Serei o que quiser. Mas tenho que querer o que for. O êxito está em ter êxito, e não em ter condições de êxito. Condições de palácio tem qualquer terra larga, mas onde estará o palácio se não o fizerem ali?"



 Escrito por Mari às 22:42
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Oscilação

Zelosa

Você é uma pessoa que se preocupa com seu parceiro no sentido de cuidar, de se preocupar genuinamente com ele. Quem ama zela. Você ama, mas não depende dele para viver, mantém vida própria e uma autoestima boa. Além de ser capaz de ter uma percepção correta do mundo e de você mesma, sabe lidar bem com seus sentimentos.

  

Ponderada

Você é uma pessoa que tem um ciúme “normal”, assim como é normal sentir medo, inveja, alegria. Neste caso, o ciúme aparece de maneira esporádica, ou seja, em momentos em que você está instável emocionalmente, o que a faz se sentir ameaçada. Nessas situações você pode estar com a autoestima baixa.

Seria bom “trabalhar” este ponto da personalidade para resolver seus conflitos e fugir de situações neuróticas.


Possessiva

Você é uma ciumenta doentia e precisa descobrir o que se esconde atrás deste medo de perder. Você duvida de si mesma, tem baixa autoestima e atribui ao outro a desconfiança que sente por você mesma. Além disso, você não ama com altruísmo. O seu ciúme é um sentimento de posse, é como um vício, o afeto do outro é a “sua droga”. A terapia é muito indicada e eficaz nestes casos para trabalhar medos e ansiedade.

  

Paranóica

Você imagina situações e acredita que elas são reais. Mistura fantasia com realidade, delira, sofre a perda da crítica. Você tem absoluta certeza de que é traída, mesmo que as evidências provem o contrário, e assim perde a noção do que é uma hipótese e do que possa ser verdade. Você é do tipo que desconfia permanentemente e cria armadilhas para confirmar suas suspeitas. É, definitivamente, um caso psiquiátrico.


Treino..........................

 

Deparar-se com a ex

- não se importa se eventualmente conversarem.

 

Encontro e ele se atrasa

- pode ter acontecido algum imprevisto ou até mesmo algo ruim, mas fica tranqüila com a chegada dele. 

 

Fotos no cpt de antiga namorada

- acha o fato natural, afinal esta pessoa fez parte da vida dele

 

Qdo pensa nos relacionamentos anteriores

- não a preocupa, pois acha natural que ele tenha tido outros relacionamentos antes de você

 

Assistir filmes e. ou ver revistas deste tipo

- não se preocupa e até se interessa em ver o conteúdo das revistas ou dos filmes

 

Num restaurante, vai ao banheiro e leva o celular

- naturalidade, nem se preocupa.

 

Eventualmente, ele sai com os amigos sem levar as namoradas pra tomar um chope e colocar as novis em dia.

- entende, acha natural que ele tenha atividades que não a incluam e aproveita para também ter uma vida paralela

 

Ausentar-se para uma viagem a trabalho

- reage naturalmente, pois entende que faz parte da vida profissional dele. Qdo ele volta, você o recebe com carinho.

 

Trabalhar até mais tarde. Celular só dá caixa postal

- isso pode acontecer. Você aproveita para ler um livro ou ver um filme enquanto o espera.

 

 

 



 Escrito por Mari às 17:00
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Namoro à distância requer mais que amor
(Seção UOL - Comportamento - 06.04.2010)


Maturidade e confiança mútua são essenciais ao casal que vive longe
Saudade. Esse sentimento é apontado como um dos maiores vilões quando acontece o namoro à distância. A vontade de querer estar com o outro e o medo da traição assolam a mente de quem tenta viver um relacionamento mesmo que alguns quilômetros teimem em atrapalhar o casal. “Eu mesmo namorei minha esposa por quatro anos dessa forma. Tudo depende do amor, da maturidade e da confiança mútua. Se houver desconfiança, ciúme extremo, vigilância e cobrança, o relacionamento vai se deteriorar”, explica Silmar Coelho, psicólogo especializado em relacionamentos.
Para o especialista, confiança e respeito sustentam a base desse tipo de convivência. “O fato de passar pouco tempo juntos pode ser benéfico. Como eu viajo muito por conta da minha profissão, quando encontro minha esposa é festa, prazer, êxtase, e nos curtimos a valer. Porém, quando o casal distante é infiel e um não se importa com o sentimento do outro, vive um reencontro apático, sem desejos, frio e, quase sempre, repleto de culpa”, avalia Coelho.


Eu vivo assim
M.C., 24 anos, publicitária, mora na capital paulista e o namorado, no Rio. Há um ano e meio eles namoram e uma das primeiras atitudes do casal foi unificar o plano de telefonia celular para que pudesse falar à vontade um com o outro. Além disso, eles se veem duas vezes por mês e arquitetam planos de, em um futuro próximo, ficarem juntos. “Dar certo ou não é muito relativo. Às vezes, você namora um cara que mora perto da sua casa, mas se sente sozinha. Acredito que a distância reforça o cuidado e o zelo com o outro. Mas, para mim, o principal para se ter uma relação à distância são as perspectivas. Se a separação vai durar ‘x’ anos, mas, se em determinado momento é certeza de que viverão no mesmo lugar, acho que vale a pena.”
J. S., 27 anos, jornalista, teve o noivado estremecido pela notícia de que o amado iria mudar-se para Porto Seguro, na Bahia. Ela vive em Bauru (SP). “Dei força para ele se desenvolver profissionalmente, mesmo com o coração partido. Matamos as saudades via mensagens de celular, MSN e Skype. Estamos batalhando para morar junto, casar, ter filhos. O namoro à distância dá certo sim, basta querer. Não pode entrar em crise de ciúme e tem de saber respeitar o espaço e a escolha do outro. O resultado pode ser um final muito feliz”, acredita.
T.C., 28 anos, psicóloga, já namorava seu pretendente havia cerca de dois anos quando ele teve de mudar de cidade. No caso dos dois, a distância é pequena, já que ela está em São Caetano do Sul (no ABC paulista) e ele, em Campinas. “Nos vemos nos finais de semana, pois não é tão longe assim, e nos falamos todos os dias por rádio. Acredito que quando se gosta dá certo, sim. Não é fácil, mas em alguns casos isso acontece por necessidade, e não é a distância física que impede o relacionamento de dar certo. Pelo menos, no nosso caso, tem dado certo.”

Recursos
A psicóloga Nelma Penteado, especialista em relacionamentos, diz que é necessário ter um planejamento para que a vida a dois - e longe - dê certo. “Deve existir cumplicidade, honestidade e, acima de tudo, tesão das pessoas envolvidas. Diante de tanta tecnologia hoje oferecida é possível tentar ao menos amenizar a questão da distância para que ambos fiquem mais tranquilos.
Estar sempre bem arrumada ao teclar diante da câmera com o amado, que está longe, aguça a imaginação masculina e mantém o desejo aceso
“O importante é que os dois se sintam confiantes diante do compromisso assumido e se empenhem juntos, como um time, para que o brilho permaneça inalterado até a situação de proximidade física dos dois melhorar”, ensina. Ela ressalta o uso da webcam, por exemplo, para criar certa intimidade e até promover um encontro virtual e sexual dos dois. “A parceira pode aprender linguagem erótica para, a cada mês, sugerir brincadeiras sedutoras a dois. Fazer um striptease, enviar uma calcinha para ele com o próprio perfume e atitudes do gênero”, diz a psicóloga.


Traição
O problema  traição não está em quantos quilômetros separam você de seu par, e sim da falta de respeito de ambos. “A mulher pode até morar junto com o parceiro, ceder em muitas coisas e até servir a ele a toda hora. Se ela quiser, trai. A distância apenas propicia uma sensação de facilidade para a traição. Parece que o portão está aberto a qualquer hora. Mas se a relação estiver forte, não é a distância que vai propiciar que uma traição aconteça. O que propicia isto é a qualidade de relação que o casal vive”, detalha Nelma Penteado.
Na sociedade de hoje a traição é muito comum. Alguns acabam por ter duas famílias, criando marcas e feridas quase que incuráveis no cônjuge e nos filhos. “Qualquer coisa que interferir na família - que deve ser o mais importante - precisa ser colocada em segundo plano. Pensar o contrário é convidar o caos a se instalar nas relações”, alerta o psicólogo Silmar Coelho. Segundo a especialista em relacionamentos, para que o namoro dê certo é necessário mais que amor; é preciso também de carinho e, acima de tudo, respeito, confiança e paciência.



 Escrito por Mari às 22:07
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Mudança de postura e breque nas expectativas. Agora e sempre, cada vez mais.

"Jamais esqueçam o que estão vendo, esse é o meu conselho. Vocês são como a águia e o falcão. Se estiverem amarrados um ao outro, ainda que por amor, não só viverão arrastando-se como também, cedo ou tarde, começarão a machucar um ao outro.

Se quiserem que o amor entre vocês perdure, voem juntos, mas jamais amarrados.

Libere a pessoa que você ama para que ela possa voar com as próprias asas

Essa é uma verdade no casamento e também nas relações familiares, de amizades e profissionais. Respeite o direito das pessoas de voar rumo ao sonho delas.

A lição principal é saber que somente livres as pessoas são capazes de amar."

Não duvidar do amor dele. Se ele não quisesse estar comigo, não estaria. Mas ao mesmo tempo, estar comigo não significa dedicar-se integralmente. Ele precisa realizar as tarefas, conservar a própria autonomia. E eu também. Agora vai ficar cada vez mais difícil. Pra mim também.
Respeitar, acima de tudo, a individualidade.

E estar em paz comigo mesma, pois melhor do que estar em busca dos meus objetivos, é fazê-lo com alguém ao meu lado, em boa companhia, com o coração preenchido e alguém com quem contar, na caminhada pelo futuro em comum. [E eu sei, por todo o histórico, que posso me apoiar em você.]

 



 Escrito por Mari às 12:39
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(resoluções e conclusões e anotações sobre um fds, após uma briga e um distanciamento sem precedentes... após o medo real de que era o fim. E após valiosíssimos conselhos maternos, paternos e 'pomponísticos'!)

Cumplicidade - ser parceira e confidente.

Ter vida própria. Ocupar-me. Ser feliz por mim mesma. Tirar este peso das costas de quem quer que seja.

Auto-estima. Confiança. Segurança. Atitude bem-resolvida. Confiar no próprio taco. Sentir-me bem do jeito que sou. Ser feliz, gostar de mim mesma, adorar ser mulher. Satisfeita com meu físico, minhas ideias, minha profissão, por tudo o que conquistei, por onde estou e onde posso - e vou! - chegar. Positive thinking. Ser espirituosa. Ser divertida. Ser easy-going. Ser agradável. Alto-astral e bem-humorada.

Aprimorar meu lado espiritual.

Ciúme é insegurança. Falta de confiança em si mesma e no outro.

Se você está com o outro, é porque você confia nele. E assim deve ser. É o pressuposto de qualquer relacionamento.

Ninguém é de ninguém. O máximo que que se pode fazer é se esforçar para ser uma pessoa legal, com quem o outro queira continuar, por livre e espontânea vontade. Não se pode forçar o amor. Não se pode impedir que o outro se interesse por alguém. Ele é livre pra fazer o que quiser. Ser esperta é ser agradável, ser eu mesma, ser divertida e segura. Ser amorosa e carinhosa. Respeitadora. Tratar bem. Ser paciente e provar ser portadora de um amor incondicional. Nestes termos, é difícil a concorrência se igualar... sequer chegar à altura.

Se houver traição, quem sai perdendo é, definitivamente, o traidor. Você continuará sendo uma pessoa íntegra, idônea, confiável e leal. Ciúmes = atraso de vida. "Acho que quem ama confia e quem trai é quem perde".

Fazer com que ele se sinta cada vez mais confortável a seu lado.

Continuar sendo a mesma do início do relacionamento. Independente, cheia de vitalidade, confiante, segura. Não deixar de fazer as coisas por causa do outro. Não me sacrificar pelo outro, pois, cedo ou tarde, isso se transforma em ressentimento e mágoa, que um dia voltarão com força total. Respeitar a individualidade, o espaço e a privacidade do outro. Manter a própria privacidade. Correr atrás dos meus objetivos. Mostrar-me uma pessoa autônoma e responsável pela própria felicidade.

Comunicar minhas decepções, desgostos e desapontamentos de um modo leve, sutil, direto, sem chantagens, sem gritaria. Sem raiva.

Sempre que estiver com raiva, respirar fundo. Pensar três vezes antes de falar o que vem à mente. Escrever uma carta de amor. Afastar-me, e então retornar com o coração e uma atitude mais amorosos. Não me deixar levar pela ira. Com certeza vou me arrepender de ter me excedido, de ter dito coisas que não deveria. E, agindo assim, sempre vou perder a razão.

Não desesperar quando ele se chatear, quando ele se afastar, quando ele for pra 'caverna'. É uma necessidade instintiva, incontrolável e involuntária. Saber dentro de mim que ele voltará. Não cair em desepero. Não cair em desespero. Não cair em desespero. Não conjecturar, não achar que é o fim, não começar a me preparar para o pior. Isso só cria uma atmosfera de sentimento negativos, e me predispõe a brigar, discutir, desmerecer e ficar desapontada. Saber que ele apenas precisa recuperar um pouco a autonomia, deixar de se sentir tão dependente, entrar em contato com a sua natureza e, principalmente, com o lado amoroso dele. Ele volta. E voltará com força total. Chega de imaginar coisas ruins.

Respeito.

Aceitá-lo. Apreciá-lo. Aprová-lo. Admirá-lo. Confiar nele.

Vaidade não é de todo condenável. Todos precisam de validação (videozinho e texto do Stephen Kanitz). Alguns mais, outro menos. Mas se você traz dentro de si a certeza de que o outro é confiável e te ama, não tem porque se incomodar tanto. Se você não precisa disso, é uma particularidade sua. Melhor pra você. Melhor para o outro. Talvez você tenha validação por outros meios (família, trabalho, amigas, histórico de massagem no ego desde a infância). Não precisa se igualar por vingança. É imaturo e desnecessário.

Não exigir que tudo seja preto no branco, perfeito demais, maduro demais. Não esperar que a maturidade que existe em mim seja tão evidente e acentuada nos outros. Saber aceitar as pessoas como elas são.

Afinal, ele está comigo, e não com elas. Ele volta pra casa comigo, e não com elas. Ele sai comigo, dá atenção pra mim, ama a mim, e não a elas.

Parar de exigir mudanças. Se você ama o outro e está com ele por livre vontade, você o aceita como é. Ou pelo menos deveria. E precisa respeitar as escolhas, os desejos, as opiniões e a personalidade do outro. Ele não vai mudar, a não ser que queira, por iniciativa pessoal. 'Não case com um elefante esperando levar uma formiga para casa'. Deve, sim, manifestar seus descontentamento, mas sem a intenção de que ele mude. Nunca dar a entender: "ou você muda, ou não vai dar certo". Neste rumo, é mesmo capaz que não dê.

Não levar pro pessoal. Não me ofender por bobagem. Não me martirizar por pequenas coisas como mudanças de fotos, recados apagados e coisas do gênero. O relacionamento está muito acima disso.

"Quanto mais solto, mais preso".

AUTOCONFIANÇA, sempre e acima de tudo. Porque eu sou linda, inteligente, companheira, criativa. Sei surpreender, sei conversar, sei ajudar, sei corresponder. Sei ser encantadora. Porque, afinal, eu tenho todos os atributos para isso. Porque eu sou, de longe e disparado, a melhor namorada de todas. Confirmada e reiteradamente. FATO. O que eu posso fazer, eu faço. Me entrego e me doo. Amo com todas as forças e sem medo de parecer antiquada. Porque as coisas são do jeito que têm de ser. E se por um remoto acaso não der certo, eu renasço, supero, passo por cima, sobrevivo e saio de cabeça erguida. Maravilhosa! ;-) E por isso a minha consciência está em paz.



 Escrito por Mari às 11:52
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2010

A pessoa mais perigosa? A mentirosa

O pior sentimento? O rancor

O presente mais belo? O perdão.

Ano novo turbulento. Briga, críticas, incompatibilidades vindo à tona. O conflito entre nossos traços de personalidade: sensibilidade de mais, paciência de menos, somado a sentimentos do passado angustiantes por causa de um amor platônico que ficou no ar. O único que ainda mexe comigo. Eu sei que dei causa. Mas quando uma demonstração de grandiosidade e superação era mais do que bem-vinda - eu diria, necessária! -, eu fui machucada. Tristeza. Desencanto. Melancolia... Sensação de que tudo começou com o pé esquerdo. Impotência, desânimo, confusão mental. Por que você(I) reapareceu agora? E mais lindo do que nunca? Porque você(II) não pode ser mais paciente, tolerante e amável comigo?

Três dias num limbo, na névoa dos pensamentos incansáveis que não nos deixam racionalizar. Três dias de respostas monossilábicas e uma certa frieza, se comparada ao tratamento de sempre... E então a luz. A luz no fim do túnel. A iluminação vinda de um flashback de histórias mal resolvidas, de relacionamentos em que não me era dado valor nenhum, e eu, tola, ainda acreditava.... o "dar-se conta" de que hoje é tudo tão diferente, saber o que é sentir-se valorizada, amada, respeitada, encaixar-se perfeitamente num enredo hipotético de "ele está totalmente a fim de você", numa continuidade de mensagens, telefonemas, presença, preocupação, atenção, visitas, caronas, cuidados, um namoro real, possível, no verdadeiro sentido da palavra. Sem joguinhos. Sem mistérios. Amor sem freios, sem medo de demonstrações.

Imaturidade momentânea. Impulso infantil de querer reviver uma história que não tem como dar certo. (Idade e, acima de tudo, tentativa de impressionar, o que denota falha de caráter e possível efemeridade de encontro... quer dizer que eu não ia vir a saber a verdade por você? Ainda que compreensíveis as suas intenções, não deixa de ser lamentável... Iríamos começar errado nesse tanto?). Conselhos maternos, sempre sábios. Por muito pouco tudo não se esvai... por muito pouco. E não foi tudo por água abaixo em razão da insistência e persistência, do "não desiste de mim, eu vou ser um namorado melhor, eu prometo, por favor, não desista da gente". Mágoa (da sua parte) por eu parecer estar mais triste (de estar com você) do que feliz. Uma humildade admirável. Um pedido genuíno de amor. Isso sim é amor. Amor incondicional. Amor de Cristo, amor benigno, amor que tudo espera e tudo suporta.

E então eu me dei conta daquilo que na verdade eu já sabia.................... eu me dei conta, meu amor. Eu te amo demais.

 

 



 Escrito por Mari às 11:10
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PROMETE A TI MESMO

1. Ser tão forte que nada possa perturbar a paz da tua mente.
2. Falar a todos de felicidade, saúde e prosperidade.
3. Dar a todos os teus amigos a sensação de que têm valor.
4. Olhar as coisas pelo seu lado luminoso e atualizar teu otimismo em realidade.
5. Pensar somente no melhor, trabalhar unicamente pelo melhor e esperar sempre o melhor.
6. Ser tão justo e tão entusiasta com respeito ao êxito dos outros como és com o teu próprio.
7. Esquecer os erros do passado e concentrar tuas energias nas conquistas do futuro.
8. Manter sempre o semelhante alegre e ter um sorriso para todos os que a ti se dirijam.
9. Empregar o maior tempo no aperfeiçoamento de ti mesmo, e nenhum tempo em criticar os outros.
10. Ser grande demais para sentir desassossego, nobre demais para sentir cólera, forte demais para sentir temor e feliz demais para sentir contrariedades.
11. Ter boa opinião sobre ti mesmo e proclama-la perante o mundo, mas não com palavras altissonantes e sim com boas obras.
12. Ter a firme convicção de que o mundo estará ao teu lado, enquanto te mantiveres ao que há de melhor em ti.



 Escrito por Mari às 19:02
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"(...) Amo a vida que tenho, mas não porque minha vida é mais fácil do que a dos outros. É porque eu decidi ser feliz como indivíduo e me responsabilizo por minha felicidade. Quando eu tiro essa obrigação do meu marido e de qualquer outra pessoa, deixo-os livres do peso de me carregar nos ombros. A vida de todos fica muito mais leve. E é dessa forma que consegui um casamento bem sucedido ao longo de tantos anos."


"Nunca deixe nas mãos de ninguém uma responsabilidade tão grande quanto a de assumir e promover sua felicidade."

 Escrito por Mari às 09:47
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“Orai e vigiai”, já diria o grande mestre

"Então, eu só vejo uma solução. Perceber que eu estou dentro de mim e que sou eu quem tem que vigiar os meus pensamentos. Fazer como os grandes mestres-zen que conseguem se afastar de seus egos (leia-se: suas mentes), e manter o controle sobre o seu eu verdadeiro e aquilo que a pessoa quer e tem potencial para ser de verdade.
(...)
Aprender a se vigiar e saber exatamente o que se quer é a única maneira de aprender. Mesmo que isso, no começo, custe um pouco de treino, esforço, dedicação e, porque não dizer, armadilhas da mente para fazer você voltar ao estado anterior. O ego quer sempre manter o seu padrão, por pior e mais dolorido que ele seja. E cabe a nós mudar o prumo do navio e começar a dirigir os nossos pensamentos e, conseqüentemente, nossas ações.

Mais uma vez, e só pra fechar, “Orai e vigiai”!"

 Escrito por Mari às 22:24
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"Não espere que o outro cuide de você,
não jogue a responsabilidade da sua felicidade na mão do outro.

Lembre-se que o verdadeiro amor nasce na ausência e da necessidade de querer ficar junto."

 Escrito por Mari às 18:54
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"Dizem que tô louco por eu te querer assim. Por pedir tão pouco e me dar por feliz em perder noites de sono só pra te ver dormir e me fingir de burro pra você sobressair.
Dizem que tô louco, que você manda em mim. Mas não me convencem, não
que isso seja tão ruim. Que prazer mais egoísta é o de cuidar de um outro ser, mesmo se dando mais do que se tem pra receber. E é por isso que eu te chamo meu amor, meu bebê.
Dizem que tô louco e falam pro meu bem. Os meus amigos todos, será que eles não entendem? Que quem ama nesta vida às vezes ama por querer e que a dor no fundo esconde uma pontinha de prazer. E é por isso que eu te chamo, meu amor, meu bebê!"

 Escrito por Mari às 12:56
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Ser feliz ou ter razão? (by www.cybergan.com.br)


Estranhou a pergunta ? Então pense em seus conflitos. Coloque o quadro do problema à sua frente e faça a você mesma esta pergunta: - nessa situação você está querendo ter razão ou prefere mudar de idéia e ser feliz ?

Calma ! Responda com sinceridade.
Será que vale à pena criar um clima imenso só porque seu filho não cumpriu o horário determinado para chegar em casa ?
Você está querendo mostrar força, poder ou realmente ele pisou na bola ? Uma conversa, saber onde ele estava, o por quê se atrasou não é mais interessante do que uma grande briga ?
E o seu companheiro, será que vale brigar pelos mesmos problemas de anos ? Para ser feliz não é melhor aprender a conviver com esses, digamos, defeitos ?

Pense bem: - tem muita gente que acaba com a própria felicidade só para provar que tem razão.
Conheço pessoas que vivem um relacionamento destruído, mas não se separam só para não dar o braço a torcer.
Também conheço o contrário, gente que ama e se separa porque não sabe perdoar uma falha, quer sempre ter razão.
A vida foi feita para ser feliz.

Se é necessário "chutar o pau da barraca" e acabar com tudo para recomeçar, faça isso !
Se é preciso olhar para o espelho e sentir que é hora de ser mais maleável, faça também !
Se Deus fez o nosso corpo com tanta articulação é porque imaginou que iríamos nos mexer, mudar e nunca ficar parado como uma árvore.

Pense nisso....

 Escrito por Mari às 22:14
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Saiba que o tempo se encarrega de tudo mas, talvez, nem sempre quem esperamos que nos entenda estará preparado. Basta que você esteja. Siga seu tempo, talvez um dia o outro vai perceber ou talvez nunca perceba.
Precisamos ser livres para pensar e para sentir. Para escolher o que é certo e errado. Seja verdadeiro sempre e não deixe que nada te desvie. O caminho é seu e de ninguém mais. Tenha o amor como parceiro e melhor amigo. Chore se for preciso, mas lembre-se de sorrir pois ontem já foi e hoje é apenas hoje.
Apenas hoje.
Lembre-se.

 Escrito por Mari às 19:34
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